Os jovens estão chegando! – por Dom Odilo Scherer

Dom Odilo Scherer - Cardeal Arcebispo de São Paulo

Dom Odilo Scherer – Cardeal Arcebispo de São Paulo

Este artigo foi publicado no Jornal ‘O Estado de São Paulo’ neste sábado, 9 de fevereiro de 2012, tratando da Jornada Mundial da Juventude 2013, que ocorrerá no Rio de Janeiro em julho.

Porém hoje, 11 de fevereiro, o Papa Bento XVI anunciou a renuncia de seu pontificado, que ocorrerá oficialmente neste dia 28 de fevereiro. Nas palavras do Papa :”Estou bem consciente da seriedade desse ato, com total liberdade declaro que renuncio ao ministério como Bispo de Roma, sucessor de São Pedro”, disse Joseph Ratzinger, segundo comunicado do Vaticano.

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Faltam poucos meses para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Rio de Janeiro, que ocorrerá de 23 a 28 de julho. Ainda que não esteja sendo matéria especial de notícia, já existe uma grande movimentação para preparar a Jornada carioca: com certeza, ela movimentará no Brasil todo, especialmente no Rio de Janeiro, uma multidão bem maior de visitantes do que os grandes eventos esportivos programados para 2014 e 2016.

As Jornadas Mundiais da Juventude foram iniciadas no pontificado do papa João Paulo II, de maneira despretensiosa, no Ano da Juventude de 1985. Na celebração final, em Roma, com a participação de dezenas de milhares de jovens, o papa entregou-lhes uma cruz de madeira, simples e despojada, recomendando que a levassem ao encontro de outros jovens em todo o mundo, falando-lhes de Jesus Cristo. O êxito daquele gesto foi surpreendente e suscitou as Jornadas, que passaram a ser realizadas, em média, a cada três anos, sempre em países diferentes.

Buenos Aires, Santiago de Compostela, Czestochowa, Denver, Manila, Paris, Roma, Toronto, Colônia, Sydney e Madri já sediaram esses encontros. Todas as Jornadas Mundiais da Juventude contaram com a participação do papa. É ele que convoca os jovens para esses eventos, concebidos como peregrinações. Multidões de jovens têm correspondido ao convite. Em Madri, superando todas a previsões, foram cerca de 2 milhões; em Manila, mais de 5 milhões!

Nas Jornadas há atividades religiosas, culturais e sociais, marcadas por alegria e entusiasmo juvenis. Mais que tudo, porém, as JMJs propiciam às novas gerações uma peregrinação interior, atrás de respostas para as suas interrogações existenciais, e que a Igreja lhes oferece a partir do Evangelho de Cristo e de sua experiência bimilenar. Os jovens têm a oportunidade de interagir e se confrontar com os seus coetâneos, originários das mais diversas culturas e que trazem no coração os mesmos sentimentos. Em julho de 2011, em Madri, havia participantes de quase 200 países. A JMJ tornou-se uma impressionante manifestação global da família humana!

Nesse convívio, os jovens expressam de muitas maneiras a sua fé comum nas celebrações religiosas, em iniciativas culturais e artísticas e em reflexões de partilha sobre os valores comuns que os orientam nos mais diversos contextos em que vivem. Num tempo de grande pobreza espiritual, como o nosso, comparado pelo papa Bento XVI a um “deserto espiritual”, os jovens continuam querendo saciar sua sede de verdade, valores e beleza; com frequência são conduzidos a fontes secas e frustrantes, quando não envenenadas, que não lhes dão esperança nem motivos para viver e apostar suas energias de maneira construtiva. As Jornadas da Juventude são um convite para se aproximarem de Jesus Cristo, que a fé da Igreja Católica reconhece como “o caminho, a verdade e a vida” e que proclamou: “Aquele que vem a mim nunca mais terá sede!”.

Ao encerrar a Jornada da Espanha, o papa Bento XVI entregou a uma delegação de jovens brasileiros aquela mesma cruz de madeira, simples e despojada, que já percorreu vários países do mundo, recomendando que a levassem ao encontro da juventude no Brasil. Desde 18 de setembro de 2011, quando ela foi acolhida em São Paulo, a cruz está peregrinando por centenas de cidades, sendo acolhida com emoção pelos jovens, enquanto se preparam para a próxima JMJ. Também havia sido acolhida por uma multidão de jovens na cidade de Santa Maria (RS), poucas semanas antes do trágico incêndio numa casa noturna em que perderam a vida mais de 230 pessoas, sobretudo jovens.

O Rio está se preparando para sediar o grande evento da juventude em julho próximo. O Cristo Redentor já espera todos de braços bem abertos e a Cidade Maravilhosa se dispõe a expandir ao máximo sua simpatia e sua cordialidade. Entre os peregrinos estará também o papa Bento XVI, que manifestou mais de uma vez o seu desejo de estar com os jovens no Brasil.

Antes de se dirigirem ao Rio de Janeiro, porém, muitos jovens estrangeiros participarão das “pré-jornadas”, promovidas em numerosas cidades do Brasil de 16 a 20 de julho. Serão acolhidos por paróquias, colégios e várias outras organizações da Igreja; famílias também abrirão suas casas, num gesto de hospitalidade que se vai tornando sempre mais raro. Todos virão com recomendação e inscrição feita, acompanhados de religiosos, padres e bispos de seus lugares de origem.

Os jovens de longe poderão conhecer algo da nossa riqueza cultural e religiosa e realizar uma interessante troca de experiências com os jovens daqui. Temos muito a oferecer, mas também muito a aprender.

O enorme fluxo de viajantes, que passarão pelos nossos aeroportos e rodovias, ainda parece um fato hipotético, ignorado ou menosprezado. No entanto, será bem superior ao que se espera para a Copa do Mundo e a Olimpíada. Muitos desejam vir dos mais distantes recantos da Terra: além da motivação própria da JMJ, o fascínio da Cidade Maravilhosa é bem conhecido e atrai. Mas serão, sobretudo, os jovens brasileiros que afluirão aos pés do Cristo Redentor para essa experiência humana, religiosa e cultural, que tem surpreendido cada vez, até mesmo os mais críticos e céticos.

No dia 13 de fevereiro, Quarta-Feira de Cinzas, a Igreja Católica no Brasil vai abrir mais uma Campanha da Fraternidade. O tema não podia ser outro: Fraternidade e Juventude. Os jovens trazem no coração um anseio de fraternidade, que tem que ver com solidariedade, amor, justiça, dignidade e paz. Enfim, desejo de um mundo bom para todos. Com os jovens, e por amor a eles, vale a pena investir em laços de profunda fraternidade entre todos os membros da grande família humana, que mostrará mais uma vez seu rosto jovem na Jornada do Rio de Janeiro.

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Karl Heinrich Marx ( 1818 – 1883 )

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Filósofo alemão , foi autor de vários conceitos que fundamentaram a ideologia socialista – comunista do século XX.

Nasceu em Trier , filho de familia judia, e estudou filosofia nas Universidades de Berlim e Jena.

Em 1842 chefiou a redação do jornal Nova Gazeta Renana em Colônia, no qual escreveu artigos considerados radicais em defesa da democracia. Mudou-se para Paris em 1844 e lá conheceu Friedrich Engels.

Em 1848 publicou o Manifesto do Partido Comunista ,em parceria com Engels , em que defende a solidariedade entre os trabalhadores na busca de sua emancipação política e social .O documento defende uma revolução de caráter internacional que leve a burguesia e o capitalismo ao declínio , podendo assim implantar o comunismo.

A divulgação do manifesto provoca sua expulsão de Paris. Mudou-se para Londres, onde estuda história e economia , escreve artigos na imprensa e ajuda a fundar a Primeira Internacional dos Trabalhadores, que reúne partidos de esquerda de diversos países.

Em 1867 publica o primeiro volume de “ O Capital “, na qual expõe os seus conceitos ( chamados marxistas ) , como a teoria do valor , a da mais-valia e da acumulação do capital. Os outros volumes da mesma obra só são conhecidos após sua morte.

República Francesa (République Française )

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em frente ao Hotel des Invalides

Tradicional pólo de irradiação das artes , das idéias e da cultura ocidental , a França é a nação mais visitada do mundo. Recebe milhões de turistas a cada ano , que se dirigem principalmente à capital , Paris , situada às margens do rio Sena. A cidade abriga importante patrimônio histórico , com destaque para os museus d’Orsay e Louvre e monumentos como a Catedral de Notre-Dame , o Arco doTriunfo e a Torre Eiffel.

Nos últimos 150 anos , a França acolheu mais estrangeiros que qulquer outro Estado Europeu , especialmente após o colapso de seu império colonial na África. As maiores comunidades são de argelinos e marroquinos. Dona do sexto maior Produto Interno Bruto (PIB) mundial , a nação conta com modernas indústrias aeroespaciais, de telecomunicações e de biotecnologia. É uma importante exportadora de produtos alimentícios  , como seus famosos vinhos e queijos. Destaca-se também como potência militar e nuclear , com significativo arsenal atômico , e é um dos pilares da União Européia (UE) , ao lado da Alemanha.

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English Version

Traditional hub of the arts, ideas and Western culture, France is the most visited nation in the world. Receives millions of tourists each year, which are primarily directed to the capital, Paris, situated on the banks of the Seine. The city is home to important historical heritage, especially the museums d’Orsay and Louvre and monuments like the Cathedral of Notre-Dame, the Arc de Triomphe  and the Eiffel Tower.

In the past 150 years, France has welcomed more foreigners than other European state, especially after the collapse of its colonial empire in Africa. The largest communities are Algerians and Moroccans. Owner of the sixth largest gross domestic product (GDP), the nation has modern aerospace, telecommunications and biotechnology. It is a major exporter of food products, such as its famous wines and cheeses. It also stands out as military and nuclear power, with a significant nuclear arsenal, and is one of the pillars of the European Union (EU), along with Germany.

FATOS RECENTES (2000 – … )

Em 2001 , o presidente Chirac é acusado de ter recebido comissões referentes a obras públicas quando era prefeito de Paris (1977/1995).  A principal Corte de Apelações , porém , decide que ele é imune a processos e investigações durante o mandato.

Chirac re-eleito

O presidente Chirac vence o primeiro turno da eleição presidencial de 2002 com apenas 19,84% doos votos . Inesperadamente , o líder do partido de extrema direita  Frente Nacional , Jean-Marie Le Pen , fica em segundo lugar , com 16,86% . Centenas de milhares de pessoas protestam contra Le Pen , acusado de racismo. Socialistas e outros partidos de esquerda apoiam Chirac , re-eleito no segundo turno , com 82,2% dos votos. Jospin renuncia ao cargo de primeiro-ministro e é substituído por Jean-Pierre Raffarin , da centrista Democracia Liberal (DL).

Nas eleições para a Assembléia Nacional , semanas depois , a coligação de direita União pela Maioria Presidencial (UMP) – da qual fazem parte a Reunião pela República (RPR) , de Chirac , e a DL – conquista 355 das 577 cadeiras. O Partido Socialista (PS) obtém 140. No mesmo ano , RPR e DL se fundem , formando a União por um Movimento Popular (UMP). O PS se recupera nas eleições regionais de março de 2004 e , em aliança com os comunistas (PCF) e os verdes , vence a disputa em 20 dos 21 Conselhos.

Divergência com os EUA

Em 2003 , a França lidera um bloco de países contrários a um ataque militar norte-americano ao Iraque . Após a tomada de Bagdá pelos EUA , a França volta a divergir de Washington e defende a devolução rápida do poder no Iraque aos iraquianos.

Crise na UE

Em 2005 , funcionários públicos organizam três dias de greve nacional contra uma proposta de reforma trabalhista. Os trabalhadores temem que as medidas para combater o desemprego de 10% e reaquecer a economia diminuam os benefícios sociais. O descontentamento com o governo é um dos motivos que levam os franceses a rejeitar , em maio , a proposta de Constituição da UE. O referendo realizado no país registra 54,87% de votos contrários ao texto , resultado que provoca a maior crise na história do bloco europeu. Raffarin renuncia e é substituído pelo então ministro do Interior, Dominique de Villepin (UMP).

Revolta nos Subúrbios

Ainda em 2005 , a morte de dois adolescentes eletrocutados enquanto fugiam da polícia provoca uma onda de violência promovida por jovens moradores de subúrbios descendentes de imigrantes , revoltados com a exclusão social no país. O governo decreta estado de emergência. Após 21 dias de conflitos  , o saldo é de uma morte ,126 policiais feridos , 10 mil carros incendiados  , 233 prédios públicos atingidos por bombas caseiras e amis de 4700 prisões efetuadas. O ministro do Interior , Nicolas Sarkozy , manda deportar mais de 120 estrangeiros condenados por participação nos distúrbios , inclusive os que possuem visto de residência.

Protestos contra o CPE

Em janeiro de 2006 , a aprovação de uma polêmica lei que reduz os direitos trabalhistas para incentivar a contratação de jovens  – chamada de Contrato do Primeiro Emprego (CPE) – provoca onda de protestos tida como o maior conflito político-sindical-estudantil do país desde o movimento de maio de 1968. Duas greves gerais paralisam a rede de transportes  , afetando escolas , bancos e repartições públicas e mais de 2 milhões de pessoas saem às ruas. A pressão popular obriga o prsidente Jacques Chirac a revogar a lei em abril . Em seu lugar são aprovados novos programas de subsídios às empresas que contratam jovens. O episódio corrói a popularidade de Chirac e Villepin enfraquecendo o governo.

Disputa Política

Em abril de 2006 , acusações de que o presidente Chirac e o primeiro-ministro Villepin participaram de uma ação para tentar incriminar Sarkozy provocam crise no governo . Com a comprovação de que as acusações eram falsas  ,  a pressão em favor da renuncia de Villepin aumenta . A disputa política está diretamente ligada à corrida presidencial de 2007 , com Sarkozy e Villepin como pré-candidatos pela UMP.

Lei de Imigração

Em junho , o Senado aprova controversa lei de imigração seletiva , que favorece a entrada de imigrantes com bom nível de instrução em detrimento daqueles com menor qualificação profissional. A nova legislação torna mais rigorosas as regras para que imigrantes tragam parentes ao país e exige que eles aprendam o idioma francês , além de eliminar dispositivo que permitia aos imigrantes ilegais a regularização do visto após permanecerem dez anos no país.  A medida , que atinge principalmente muçulmanos das ex-colônias francesas no norte da África , provoca protestos de sindicatos e grupos de defesa dos direitos humanos.

Política Externa

Em agosto , a França exerce importante papel nas negociações para o cessar-fogo no conflito entre Líbano e Israel. Ao lado da Itália , os franceses comandam a força de paz da ONU no Oriente Médio  , enviando 2 mil soldados. Em outubro ,  a Assembléia Nacional aprova lei  que considera crime negar o genocídio de 1,5 milhão de armênios , cometido pelos turcos otomanos entre 1915 e 1922. A França tem a maior comunidade armênia da União Européia , com 300 mil pessoas. A decisão provoca protestos na Turquia e abala a relação entre os dois países. No mesmo mês , a França é acusada de ter participado do genocídio em Ruanda , em 1994.

Eleição de Sarkozy

Na votação presidencial de maio de 2007 , o ex-ministro do Interior Nicolas Sarkozy (UMP) vence com 53% dos votos.  A socialista Ségolène Royal (PS) fica em segundo com 47%. O novo presidente obtém outra vitória política no mês seguinte , quando a UMP conquista 313 das 577 cadeiras em disputa nas eleições parlamentares. François Fillon (UMP) é nomeado primeiro ministro.

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Greves

Em outubro é aprovada nova lei de imigração , que exige teste de DNA dos imigrnates que quiserem se juntar a familiares residentes na França. A oposição critica a medida . Entre outubro e novembro   , Paris vive dias de caos quando o transporte público e o setor energético entram em greve  , em protesto contra cortes de benefícios trabalhistas. Os trabalhadores protestam contra o fim do regime de aposentadorias especiais da categoria , proposto por Sarkozy. O benefício , recebido por 500 mil funcionários públicos , foi intituído após a II Guerra Mundial , inicialmente destinado a trabalhadores em funções árduas. As greves afetam também a produção de energia nuclear  , responsável pela maior parte do abastecimento energético do país. ( A França é a maior produtora e exportadora de energia nuclear do mundo. Atualmente o país possui 59 usinas atômicas , que respondem por 75% da eletricidade utilizada pelos franceses).

Ainda em novembro , Sarkozy visita os EUA para promover a reaproximação dos dois países , que tiveram relações abaladas quando a Françacriticou a invasão do Iraque pelo exército norte-americano , em 2003.

Tratado de Lisboa

Em janeiro de 2008 , Sarkozy anuncia o estabelecimento de uma base militar nos Emirados Árabes Unidos , em troca de cooperação nuclear com o país  árabe. Ainda em janeiro , o banco Societé Générale , o segundo maior do país , anuncia um rombo histórico de cerca de 5 bilhões de euros devido a fraudes promovidas por um operador de ações da instituição. Em março , a França ratifica o Tratado de Lisboa , que pretende substituir a rejeitada Constituição Européia com o objetivo de reformar as instituições políticas da UE. Mas o projeto fracassa em junho , quando a mairia dos irlandeses diz não ao tratado , em referendo sobre o assunto.

Casamento

Ainda em fevereiro , Sarkozy se casa com a cantora e ex-modelo italiana Carla Bruni . A exposição do romance abala a popularidade do presidente e a UMP perde o governo de cidades importantesnas eleições municipais de março. Em abril , Sarkozy bate recorde de rejeição  , com mais de 60%. Em maio , pelo menos 200 mil pessoas saem  às ruas para protestar contra um projeto de cortes de empregos na educação pública. Em junho , a UE aprova uma lei de repatriação de imigrantes ilegais , que estabelece um prazo máximo de seis meses de detenção de clandestinos.

União Européia

Em julho , Sarkozy assume a presidência rotativa da UE por seis meses. Uma das prioridades de sua gestão é restringir a imigração para o continente e criar medidas para expulsar mais facilmente imigrantes ilegais. Energia , meio ambiente , agricultura  e defesa são outros temas que se destacam em sua agenda.

Crise Global

Em meio à crise financeira global , a França anuncia , em outubro , um pacote de 10,5 bilhões de euros para socorrer os principais bancos do país , em ação conjunta com a de outros países europeus. Em novembro , a França prende o chefe militar do ETA , grupo separatista basco que atua na Espanha. No mesmo mês , o grupo islâmico radical Talibã ameaça atacar Paris , caso a França não retire as tropas que mantém no Afeganistão.

assista aqui:

Ameaça Terrorista

Em dezembro , a polícia encontra cinco cartuchos de dinamite em uma loja de departamentos no centro de Paris. A ameaça é atribuída a um gupo autodenominado Frente Revolucionária Afegã , que exige a retirada das tropas francesas do Afeganistão. O incidente deixa os órgãos de informação do governo em alerta.

mais informações:https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/fr.html